quinta-feira , 19 julho 2018
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Surto de dengue – Itabira tem maior índice de infestação dos últimos anos

A Prefeitura divulgou no final do mês passado que 10% é o índice de infestação predial em Itabira, segundo o assustador Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (Liraa), realizado entre os dias 9 e 13 de abril. No levantamento de 2017, referente ao mesmo período, o índice foi de 5,2%. Em janeiro de 2014, chegou a 7,8% e em março de 2015, a 8,1%.

Esta situação que estamos vivendo é a do índice mais alto na história do município desde 2008, e o que precisamos de fato, é a compreensão da população no sentido de monitorar a situação dentro de casa. O destino do lixo, dos inservíveis ou recicláveis é de responsabilidade da população, considerando que temos os dias e horários corretos para a coleta seletiva, orgânica e de apoio”, afirmou Thereza Cristina Oliveira Andrade Horta, superintendente de Vigilância em Saúde.

Até o dia 13/4 foram pesquisados cerca de 2.067 domicílios itabiranos, em 207 foram notificados focos de dengue. De acordo com o Liraa, nenhuma região do município registrou condição satisfatória, ou seja, com o índice inferior a 1%. A situação mais grave é a da Vila Técnica da Conceição, onde o índice de infestação é de 50%, seguida pelos bairros Eldorado (42,85%), Área Verde (39,39%) e Hamilton (25%). Também em péssima situação, os bairros Vila São Joaquim (21,42%) e Nossa Senhora das Oliveiras (20,68%), acompanhados do Juca Batista, Ribeira de Cima e Vila Piedade, ambos com 20%. Já o bairro Machado, registra 18,42% e com 16,66%, estão os bairros Água Fresca e Conceição.

Na casa dos 15%, estão os bairros Pedreira (15,87%), São Pedro (15,71%) e São Geraldo (15,55%). O Clóvis Alvim II (13,79%), Santa Ruth (13,69%) e, com 13,33%, os bairros Chapada, Barreiro e Major Lage, assim como Abóboras e Boa Esperança, ambos com 12,5%. O índice no bairro João XXIII é de 12,24% e 10% nos bairros Amazonas, Clóvis Alvim I e Praia.

Abaixo disso, mas ainda com risco de surto de dengue, estão Penha (9,3%), Bálsamos (9,09%), Distrito Industrial I (8,69%) e Novo Amazonas (8,57%). Estão com 8,33%, a região da rodoviária – Parque da Água Santa – e os bairros Pedras do Vale e Vila Salica. Juca Rosa (8,21%) e, com 8%, os bairros Bela Vista e Jardim Gabiroba I. Na mesma situação, os bairros Bethânia (7,69%), Pará (7,57%), Fênix (7,27%) e Campestre (7,14%).

Os bairros Madre Maria de Jesus (6,89%), Caminho Novo (6,75%), Jardim Gabiroba (6,42%), Gabiroba (6,35%), Santa Marta (6,25%), Centro (5,76%), Cônego Guilhermino (4,17%) e Santo Antônio (4%) também correm risco de surto. Já os bairros Colina da Praia (2,7%) e Jardim Belvedere (2,43%) estão em situação de alerta.

Criadouros do mosquito

Segundo informação da Secretaria Municipal de Saúde, o Liraa classificou também a situação de criadouros do Aedes aegypti no município e, a superintendente Thereza Andrade declarou que os focos residenciais ultrapassam 90% dos casos. “O maior número de focos foi encontrado nos domicílios, mais de 90%. Enquanto era achado um foco em terreno baldio, encontrávamos mais de 30 dentro de residências”.

De acordo com esta classificação, foram identificados mais criadouros do mosquito em recipientes plásticos, garrafas, latas, sucatas em locais abertos (quintal e pátio) e ferros velhos, além de entulhos de construção. O segundo lugar com mais registros são os depósitos móveis – vasos, frascos, pratos, recipientes de desgelo, bebedouros em geral, pingadouros e materiais em depósitos de construção civil. Já os materiais de depósitos domésticos – barris, tanques, tambores etc – foram classificados em terceiro na lista de berçários do Aedes aegypti.

Pneus, câmaras de ar e outros materiais rodantes e, depósitos fixos – borracharias, hortas, calhas, sanitários sem uso, piscinas não tratadas, fontes ornamentais, floreiras de cemitério, cacos de vidro em muros e toldos – estão, respectivamente, nos quarto e quinto lugares. Com menos incidência de criadouros, estão os depósitos naturais – bromélias e buracos em árvores e rochas – na sexta colocação e, caixas localizadas em lugares elevados – caixas d’águas destampadas – no sétimo lugar.

Apesar dos esforços da Prefeitura para impedir a proliferação do mosquito Aedes aegypti, Thereza Andrade ressaltou a importância de a população também prevenir possíveis focos. “10 minutos por semana é o suficiente para as pessoas verificarem a casa e o entorno, para ter certeza que não tem nenhum material, resto de construção, brinquedos de criança ou inservíveis que possam acumular água e, consequentemente, ser um criadouro”.

Dengue: com índice de infestação em 6,7%, Itabira fica em alerta

É de 6,7% o índice de infestação predial em Itabira, conforme o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (Liraa) realizado no período de 8 a 12 de janeiro. No mesmo período do ano passado, o índice foi de 4,3%. Este é o terceiro maior índice registrado em Itabira, levando em conta os dados desde 2008, quando começou a série histórica. Em janeiro de 2014 o índice chegou a 7,8% e em março de 2015 a 8,1%.

A situação é bastante preocupante, inspira bastante cuidado e deixa todos em alerta, conforme explica a superintendente de Vigilância em Saúde Thereza Cristina Oliveira Andrade Horta. “De acordo com a classificação da Organização Mundial de Saúde, com um índice geral de 6,7% de infestação, Itabira corre risco de ter um surto. Teremos que redobrar nossa vigilância e contar, ainda mais, com a colaboração da população para eliminar todo foco do mosquito”, explica.

A situação mais alarmante é do imóvel do Valeriodoce, no bairro Campestre – ele entra na pesquisa por ser considerada uma área de grande proporção e aglomerações e com muitas repartições como piscina, igreja, campo, galpões e bares. Lá, o índice é de 50%. A situação também é grave nos bairros Conceição (40%), Bálsamos (28,57%), Amazonas (19,44%), Hamilton (18,18%) e Nossa Senhora das Oliveiras (16,66%). Outros 30 bairros também estão com índices altos, acima de 4%, que configura risco de surto. Os demais bairros pesquisados apresentaram índices superiores a 2%, o que configura situação de alerta.

O levantamento apontou, ainda, que é nas residências onde se concentra o maior número de focos. “90% dos focos estão dentro de casa. Isso quer dizer que a população deve ficar atenta e formar uma parceria forte com o Poder Público para eliminar estes focos. Ela tem que fazer a parte dela para conseguirmos vencer esta batalha contra o Aedes aegypti, que além da Dengue, também transmite a Chikungunya, a Zika e a Febre Amarela urbana”, ressalta Thereza Andrade.

Índice de infestação cai, mas situação ainda é de alerta

O índice de infestação predial reduziu neste mês de outubro, conforme o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (Liraa) realizado no período de 16 a 20 de outubro. Em março, o indicador apontava que havia focos do mosquito em 5,2% dos imóveis pesquisados. Neste mês foram encontrados focos em 1,8%.

A situação ainda é preocupante e inspira bastante cuidado, conforme explica a superintendente de Vigilância em Saúde Thereza Cristina Oliveira Andrade Horta. “De acordo com a classificação da Organização Mundial de Saúde, com um índice geral de 1,8% de infestação, Itabira está em situação de alerta. Isso é preocupante porque geralmente o indicador cai bastante no mês de outubro por causa do tempo seco dos meses anteriores. Porém, estamos nos aproximando de um período de muito sol e chuva, que criam ambientes favoráveis para a proliferação do Aedes aegypti. Com um índice superior a 1%, teremos que redobrar nossos esforços”, explica.

A situação mais alarmante é da comunidade de Vargem, com índice de 33,33%, seguido dos bairros Abóboras (22,22%), Areão (12%) e Vila São Geraldo (11,76%). Outros nove bairros também estão com índices altos, acima de 4%, que configura risco de surto. Os demais bairros pesquisados apresentaram índices superiores a 1,14%.

O valor do indicador deste ano também é inferior à medição de igual período do ano passado, quando o índice de infestação foi de 1,9%. Em comparação com o mesmo período de 2014 e 2015, o índice se manteve inalterado.

Apesar da situação de alerta, devemos ressaltar o trabalho árduo feito em todo município pela equipe da Secretaria de Desenvolvimento Urbano que está realizando o programa Cidade Limpa. Esta equipe já limpou, retirou entulho e recolheu toneladas de inservíveis de quase todos os bairros da cidade. Isso tem ajudado muito nas ações de combate ao Aedes aegypti. Também vale a pena ressaltar o trabalho voluntário desenvolvido pelas comunidades e a campanha permanente realizada pelos agentes de combate a endemias. O tratamento focal de casa em casa, as orientações individuais feitas pelas agentes, são ações ininterruptas que temos mantido. Estamos utilizando de muita criatividade e disposição para desenvolvermos várias ações preventivas, mesmo com menos recursos financeiros”, salienta Thereza Andrade.

Mais servidores – Para reforçar a equipe de combate a endemias, a Secretaria de Saúde vai contratar mais 38 agentes por meio de processo seletivo. As inscrições começaram ontem (24/10) e continuam até o dia 14 de novembro. As provas serão dia 3 de dezembro.

No mesmo processo também serão selecionados profissionais para outros 29 cargos. Ao todo, estão sendo oferecidas 96 vagas. Informações e inscrições podem ser feitas no site www.gestaodeconcursos.com.br.

Prefeitura realiza mutirão contra a dengue nos bairros São Francisco e São Pedro

Neste sábado (6), das 7h30 às 12h30, a Prefeitura de Itabira convoca os moradores dos bairros São Francisco e São Pedro para o mutirão de limpeza contra o mosquito Aedes aegypti.

Segundo informação de Natália Andrade, diretora de Vigilância Epidemiológica, os mutirões serão realizados de acordo com o último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (Liraa), onde o bairro São Francisco (13,33%) encontra-se em situação grave e o São Pedro (9,25%) notificado com risco de surto. “Estamos seguindo o Liraa de forma decrescente. No entanto, no bairro São Francisco o tratamento focal já foi concluído e, no São Pedro, vamos concluir amanhã”, explicou Natália.

O mutirão de limpeza acontecerá com 25 agentes comunitários de endemias (ACE) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), que identificam e tratam os focos com larvicida; com a Empresa de Desenvolvimento de Itabira (Itaurb), que disponibiliza um caminhão para recolher os resíduos e materiais que os moradores descartarem e, também, com dois fiscais da vigilância sanitária que, segundo Natália Andrade, “acompanharão os casos problemáticos, como por exemplo, lotes muito sujos. Neste caso, os agentes fazem um trabalho educativo com os proprietários e explicam sobre a notificação, caso a limpeza não seja realizada”. Outra parte da equipe da SMS vai panfletar, orientar e tirar dúvidas da população, reforçando que o mosquito Aedes aegypti é vetor das doenças dengue, chikungunya, zika e febre amarela.

Prefeitura realiza mutirão de combate à dengue no bairro Nossa Senhora das Oliveiras

É a vez dos moradores do bairro Nossa Senhora das Oliveiras ajudarem a Prefeitura de Itabira a combater o mosquito Aedes aegypti. Neste sábado (8), das 8 às 12 horas, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em parceria com a associação de moradores, realizam um mutirão de limpeza para eliminar focos de dengue, chikungunya, zika e febre amarela.

O mutirão no bairro, segundo Thereza Cristina Oliveira Andrade, superintendente de Vigilância em Saúde, estava programado para antes do resultado do último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (Liraa) – realizado entre os dias 13 e 17 de março – onde o índice de infestação registrado foi de 15,09%. “Após o resultado do primeiro Liraa, em janeiro, foram identificados mais focos positivos do mosquito, surgindo então, a necessidade de um mutirão. Mas, parte do trabalho de eliminação desses focos já foi feito”, informou a superintendente. Ainda de acordo com ela, “os trabalhos de prevenção do mosquito devem ressaltar que a região leste de Minas Gerais está em situação de risco para surto de chikungunya. Foram registrados mais de dois mil casos só no início do ano”.

O mutirão de limpeza conta com os agentes comunitários de endemias (ACE), que identificam e tratam os focos com larvicida e, também, com a Itaurb, para recolher os resíduos e materiais que os moradores descartarem. Outra parte da equipe da SMS vai panfletar, orientar e tirar dúvidas da população.

No entanto, os trabalhos para conter o avanço do mosquito Aedes aegypti começam amanhã (06/04), às 19h30, na associação do bairro Nossa Senhora das Oliveiras, onde Thereza Andrade se reúne com a população para explicar a situação atual do Liraa, orientar sobre as doenças que o mosquito transmite e discutir estratégias de eliminação dos focos.

Outras reuniões

Na tarde de ontem (4), no auditório da Prefeitura, o Comitê Municipal de Combate à Dengue (CMCD) realizou a primeira reunião do ano para definir calendário de encontros, estratégias de combate e posse da presidente Sandra Piedade Machado Torres, representante da Secretaria Municipal de Assistência Social. As reuniões são quinzenais, sempre às 16 horas, no auditório da Prefeitura de Itabira.

Já na noite de ontem, a equipe da Secretaria de Saúde esteve na associação do bairro Clóvis Alvim II para orientar a população sobre a prevenção de focos do mosquito Aedes aegypti. Segundo Thereza Andrade, os moradores do bairro estão mobilizados para conter o avanço das doenças transmitidas pelo mosquito e realizam, por conta própria, mutirões de limpeza.

Associação de moradores do Novo Amazonas faz mutirão de combate à dengue

A Associação Comunitária dos Amigos do bairro Novo Amazonas solicitou à Prefeitura de Itabira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), apoio para realizar um mutirão de limpeza com o objetivo de eliminar os focos de dengue no bairro, neste sábado (04/02), a partir das 8 horas.

De acordo com Fernando Muniz da Neiva, presidente da associação do bairro Novo Amazonas e secretário de Auditoria Interna e Controladoria, o índice de infestação no bairro Novo Amazonas, divulgado pelo Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (Liraa), no mês passado, foi de 8,16% que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é um percentual classificado como risco de surto. “Nós estamos preocupados com esse índice e queremos eliminar criadouros e possíveis focos. Apesar de não ser o pior índice do Liraa, é uma situação intermediária que traz uma falsa sensação de tranquilidade, o que é perigoso”, afirmou Fernando Muniz.

Segundo informação de Natália Andrade, diretora de Vigilância Epidemiológica, a Prefeitura participa do mutirão com 25 agentes comunitários de endemias (ACE), sendo dez agentes que atuam na região e 15 de outras localidades. “Os agentes que já trabalham no bairro farão identificação de focos e tratamento de focos com larvicida, os outros (agentes) irão panfletar, orientar e tirar dúvidas da população”, explicou Natália. Ainda segundo ela, outros funcionários da SMS visitarão os pontos comerciais para fixar cartazes sobre o mosquito Aedes aegypti e animais peçonhentos. “A pedido do Fernando (Muniz), nós também vamos levar material informativo sobre escorpião, pois a incidência é grande no bairro. Além disso, vamos reforçar que o Aedes aegypti não é vetor só da dengue, é também da chikungunya, zika e febre amarela”, lembrou a diretora.

Também participa do mutirão a Empresa de Desenvolvimento de Itabira (Itaurb), com um caminhão para recolher os resíduos e materiais que os moradores descartarem e coletores de lixo. “Por isso, pedimos que a população do bairro aproveite e faça um bota-fora no sábado, eliminando tudo que possa ser criadouro do mosquito e que não sirva mais”, ressaltou Natália Andrade.

No entanto, os trabalhos de combate ao mosquito Aedes aegypti começam amanhã (02/02), às 19h30, na quadra esportiva do bairro – rua Santa Catarina, número 145 – onde Thereza Cristina Oliveira Andrade, superintendente de Vigilância em Saúde, irá ministrar uma palestra sobre o assunto. Embora seja aberta ao público do bairro, o objetivo da palestra é orientar cerca de 30 moradores que estarão diretamente envolvidos com os agentes comunitários da Prefeitura no trabalho de informação porta a porta.

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