quinta-feira , 4 junho 2020
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Outubro Rosa – Caminhada e mesa redonda encerram programação em Itabira

Outubro Rosa – Caminhada e mesa redonda encerram programação em Itabira

Na próxima sexta-feira (24), o Programa Saúde da Família (PSF) do Campestre, em parceria com a Associação de Moradores do bairro, realizará uma caminhada da saúde, com o objetivo de mobilizar a comunidade contra o câncer de mama. A concentração será às 14 horas, na praça José Máximo Rezende Filho. Durante a caminhada, profissionais da saúde explicarão sobre a prevenção à doença. Também haverá distribuição de panfletos informativos para promover a conscientização das pessoas com relação à patologia.

Já às 19h30, haverá uma mesa redonda na Câmara Municipal. Participarão das discussões o médico oncologista e mastologista Leandro Ramires, o secretário municipal de Saúde Reynaldo Damasceno Gonçalves, a professora e escritora Myriam Becho Mota e a psicóloga do Centro de Referência Integrado Viva Vida Hiperdia Renata Cecília dos Santos Gonçalves.

As duas ações encerram a programação do Outubro Rosa no município. Desde o dia 2, a Prefeitura de Itabira desenvolve diversas atividades com o objetivo de esclarecer a população sobre a importância da realizar periodicamente o autoexame e a mamografia. Neste mês, 12 espaços públicos receberam iluminação especial: refletores de luz rosa foram instalados em alusão à campanha.

Saiba mais
O nome Outubro Rosa é uma referência à cor do laço que simboliza, mundialmente, a prevenção do câncer de mama. O Ministério da Saúde orienta que mulheres com mais de 40 anos devem fazer o exame clínico das mamas com um profissional da saúde uma vez ao ano. Deve-se ter atenção quanto ao surgimento de nódulos nas mamas e axilas, mudanças no tamanho e formato das mamas e do bico dos seios. É necessário procurar um médico caso as alterações sejam percebidas.

A detecção precoce aumenta a chance de cura do câncer de mama que acomete principalmente as mulheres. No entanto, os homens devem ficar atentos, pois há possibilidade de desenvolverem o problema. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Mastologia, em cada 100 casos registrados em mulheres existe pelo menos um homem com o diagnóstico da doença.

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