segunda-feira , 1 junho 2020
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Palestra em escola itabirana discute educação e segurança pública

Palestra em escola itabirana discute educação e segurança pública

Na manhã desta sexta-feira (9), aconteceu mais uma atividade do projeto “Feliz Cidade”, que desenvolve trabalhos de prevenção e combate às drogas e conta com a parceria da Prefeitura de Itabira. A convite do vereador Lúcio Mauro Dias, o deputado federal Reginaldo Lopes ministrou uma palestra que abordou tópicos relacionados à educação e à segurança pública. O encontro aconteceu na quadra esportiva da Escola Estadual Mestre Zeca Amâncio (Eemza).

Secretários municipais, lideranças políticas da cidade e região, representantes da Câmara Municipal e do 26º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais (BPMMG), estudantes, professores e direção escolar participaram do encontro. Houve apresentação do rapper Lukinha DDG e alunos puderam expor opiniões e dúvidas acerca dos assuntos abordados.

O prefeito Damon Lázaro de Sena foi representado pelo secretário adjunto de Ordem Pública, Júlio Maria Abílio Ferreira. “Teremos uma cidade feliz quando a gente minimizar os registros e os problemas causados pela droga. Infelizmente, a contribuição para crimes – como homicídios, por exemplo – está diretamente ligada às drogas”, comentou.

Organizar o currículo escolar do Ensino Médio por áreas do conhecimento e oferecer ao jovem a possibilidade de estudar disciplinas conforme o caminho profissional que deseja seguir são algumas propostas defendidas pelo palestrante. “Queremos um Ensino Médio diversificado, atraente, com protagonismo do jovem. Que ele possa ver opções e escolher um caminho a partir de sua trajetória”, afirmou Reginaldo Lopes.

Outro ponto abordado foi o grande número de mortes relacionadas a crimes no país, que supera números de guerras internacionais. Reginaldo Lopes comentou que, geralmente, as pessoas que morrem são jovens, 93% do sexo masculino e 80% são negros. “O sistema de segurança pública está falido. Quem está preso cometeu crimes patrimoniais, não se prende quem mata pessoas. O problema não é o tamanho das penas, mas a impunidade. Hoje há uma banalização da vida”, ressaltou.

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