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Educação em Itabira/MG

Processo Seletivo da SME – Edital 002/2017 – Resultado da Análise de Títulos

2017 – 04 – 28 – RESULTADO ANALISE DE TITULOS – PROJETO APRENDER MAIS

Errata I – Homologação das Inscrições – Processo Seletivo Projeto Aprender Mais / SME – Edital 002/2017

ERRATA I – EDITAL 002-2017- PROJETO APRENDER MAIS

Programa Conexão Jovem atuará com pais e alunos da rede municipal de ensino

A Prefeitura de Itabira lança amanhã (20), às 9 horas, no auditório da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (SMDUMA) – Mata do Intelecto – o programa Conexão Jovem, que desenvolve ações de atenção integral ao jovem.

Em parceria com as secretarias municipais de Educação, Saúde e Assistência Social, o programa faz parte da rede de proteção à criança e ao adolescente e, em novo formato, dará continuidade aos antigos Programa de Educação Afetivo-sexual (Peas) e Vale Juventude, desenvolvidos em parceria com a mineradora Vale, entre os anos 2003 e 2012.

De acordo com a coordenadora do programa, Lucimara de Cássia Ferreira Santos, o objetivo é discutir temas inerentes ao público jovem com os alunos, os pais e com a comunidade. “Queremos melhorar as relações entre jovens e adultos nas instituições e na família”. O programa, segundo ela, ainda possibilita desenvolver ações das três secretarias envolvidas – SME, SMS e SMAS – já que aborda os temas violência doméstica, sexual e contra a mulher, álcool e drogas, bullying, saúde sexual e reprodutiva, diversidade sexual, transgêneros etc. Além da rede municipal de ensino, o Conexão Jovem atuará nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos bairros Juca Rosa, Santa Marta/Santa Ruth, Barreiro e Água Fresca e nos Centros de Referência e Assistência Social (Cras) dos bairros Gabiroba, Pedreira, Santa Marta/Santa Ruth e Jardim das Oliveiras.

Em princípio, como informou o secretário municipal de Educação, José Gonçalves Moreira, o programa será desenvolvido em cinco escolas municipais identificadas com maior número de alunos em situação de vulnerabilidade social – escolas municipais Antônio Camilo Alvim, José Gomes Vieira, Professora Antonina Moreira, Marina Bragança e Didi Andrade – para estudantes entre 10 e 16 anos.

Ações

Encontros de adolescentes, de pais, caminhadas, blitzen, visitas às entidades e reuniões dos profissionais envolvidos no desenvolvimento do programa são as ações previstas, até o final do ano, para fortalecer a rede de cuidados aos jovens e adolescentes e “promover a participação democrática de todas as pessoas interessadas nesta temática”, ressaltou Lucimara Santos.

Temas

No início do ano letivo, a Prefeitura realizou uma pesquisa com os alunos dessas escolas municipais, onde um formulário virtual foi respondido por 1.206 alunos – meninos 53,6% e meninas 46,4% – entre as perguntas, os adolescentes responderam sobre felicidade, sendo que 90,7% se consideram felizes e 9,3%, infelizes. Sobre a perspectiva para o futuro, 49,3% estão otimistas, 45,6% muito otimistas, e 5,1% se sentem pessimistas.

No entanto, com relação ao tema drogas lícitas e ilícitas, 90,8% dos participantes nunca usaram, 4,3% fazem uso de álcool e 2,6% de maconha. Também foram citados “Loló” (0,9%), cigarro (0,4%), outras drogas (0,4%) e crack (0,3%). Drogas já foram oferecidas a 22,1% dos alunos e 77,9% nunca foram abordados.

Sobre sexualidade, 84,1% dos participantes nunca tiveram relações sexuais, contra 15,5% que responderam à pesquisa terem tido. 84,3% dos alunos não utilizam nenhum método contraceptivo e de prevenção às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs); 13% usam camisinha, 1,8% outros métodos e 0,9% fazem uso da pílula anticoncepcional. Um dado preocupante, segundo Lucimara Santos, é que 83,2% dos alunos não sabem o que são DSTs e apenas 16,8% afirmaram saber.

Os adolescentes também foram questionados sobre violência e 81,1% nunca sofreram, contra 18,9% que passaram por algum tipo de agressão – 12,2% (verbal), 8,5% (física), 3,4% (emocional), 0,9% (outros), 0,7% (sexual) e 74,3% (nenhuma).

Ainda de acordo com o diagnóstico, os alunos citaram os assuntos que devem ser discutidos na escola. Bullying (68,6%), violência e abuso sexual (61,5%), álcool e outras drogas (59,3%), preconceito racial (53,3%), gravidez não planejada (43,3%), autoestima (36,5%), projeto de vida (35,6%), família (32%), relação de gênero (22,9%) e outros temas (2,6%).

Como o tema mais citado na pesquisa, segundo a coordenadora Lucimara, foi o bullying, na última segunda-feira (17/04), o grupo gestor do programa Conexão Jovem se reuniu para definir como o assunto será abordado. “Então, até 17 de maio, faremos palestras e oficinas sobre bullying nas escolas, nas unidades de saúde e nos Cras”. A coordenadora também anunciou que o primeiro encontro do programa com os pais, acontecerá no dia 27/05, na Escola Municipal Marina Bragança de Mendonça, no bairro Santa Marta. “Apresentaremos a palestra Violência Sexual e Doméstica e, em seguida, faremos uma oficina com eles”, concluiu Lucimara Santos.

Homologação das Inscrições/Resultado dos Recursos – Edital 002/2017 – Projeto Aprender Mais

2017 – 04 – 18 – HOMOLOGACAO DAS INSCRICOES EDITAL-002-2017- APRENDER MAIS-RECURSOS

Homologação das Inscrições – Edital 002/2017 – Projeto Aprender Mais

2017 – 04 – 12 – Homologacao Inscricao – Edital 002-2017 – Projeto Aprender Mais

Processo Seletivo Programa Aprender Mais – Edital 002/2017 / Monitor Social

EDITAL-002-2017-PROCESSO-SELETIVO-APRENDERMAIS

Aluno de Bom Jardim cria a melhor frase do concurso da água

Danilo de Almeida Silva, morador da região de Bom Jardim – localidade de Senhora do Carmo – aluno do 5º ano da Escola Municipal de Bom Jardim, é autor da frase mais criativa do concurso cultural “Não deixe que a Água vire um artigo de luxo”, promovido pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Itabira (Saae), em comemoração ao Dia Mundial da Água (22/03). Hoje (27), ele foi premiado com uma bicicleta e a sua frase será usada pela Prefeitura até 22 de março do ano que vem.

A frase “Água, devemos cuidar no presente para usar no futuro”, segundo Danilo, foi criada em um momento de reflexão. “Pensei que para viver, todo mundo precisa de água e se a gente não cuidar todos os dias, ela vai acabar”. A certeza do menino de 11 anos cresce a cada dia que faz o seu percurso para chegar à escola.

Todos os dias, Danilo monta em seu cavalo, durante quase uma hora, até o ponto de parada da van que leva as crianças para a sala de aula. “Quando estou indo para a casa da minha tia guardar o meu cavalo, penso em muitas coisas e nesses dias ficava pensando que é errado deixar a água aberta”, ressaltou. Com o sonho de um dia ser engenheiro, Danilo pediu para todos os seus amigos se dedicarem aos estudos e ainda mandou uma fórmula. “Precisamos primeiro sempre estudar para entender tudo e quando for lavar alguma coisa, fechar a torneira para ensaboar e abrir depois para lavar”, finalizou o estudante.

Em tempo

A campanha “Não deixe que a Água vire um artigo de luxo” foi divulgada por meio de diversas ações, além da tradicional entrega de material informativo sobre o tema, entre os dias 22 e 24/03. No dia 22, dia “D” do assunto, a Prefeitura preparou um teatro surpresa na rua São José, esquina com a avenida João Pinheiro, para demonstrar a importância de preservar a água. Todos os bebedouros das escolas municipais, empresas públicas e privadas, além da Prefeitura, foram adesivados com material educativo e a Escola Municipal Antônio Camilo Alvim e o colégio particular Auge receberam a equipe do Saae para as atividades da oficina “Trilha na economia da Água” e para a palestra “Água é Vida”. O objetivo, segundo Leonardo Lopes, diretor-presidente da autarquia, foi estimular nas crianças, novos hábitos para a correta utilização dos recursos naturais.

Coabitação – Prefeitura propõe utilização de espaço desocupado em escola estadual

De tempos em tempos, o encerramento gradativo das séries iniciais nas escolas da rede estadual é tema das rodas de conversa e noticiários de Itabira. Desta vez, o foco da população está voltado para a Escola Estadual Doutor José de Grisolia. Localizada no bairro Amazonas, a escola está com o turno da tarde vazio.

Assim, a Prefeitura de Itabira, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME), propôs à Superintendência Regional de Ensino (SRE) a utilização do espaço ocioso da escola. Dessa forma, o prédio seria coabitado por instituições do Estado e do Município. Localizada no bairro Amazonas, há alguns anos a E. E. Doutor José de Grisolia não matricula alunos no Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) devido a uma decisão do Governo de Minas Gerais.

Esta deliberação atende à Constituição Federal que prevê que o Ensino Fundamental é responsabilidade dos municípios; Ensino Médio, dos Estados; e Ensino Superior, da União. A consequência dessa decisão para a E. E. Doutor José de Grisolia foi o fechamento progressivo do Ensino Fundamental. Com isso, o turno da tarde está vazio.

De acordo com o secretário municipal de Educação, José Gonçalves Moreira, o objetivo da Prefeitura é utilizar as salas de aula da escola para atender aos alunos da Educação Infantil daquela região. Segundo ele, as escolas municipais Água Fresca, Filomena Jardim e Américo Gianetti estão superlotadas. Todas elas possuem um anexo para receber os alunos.

Ao assumir a gestão da SME, nos deparamos com a falta de creches na cidade. Como estamos em crise financeira, devemos fazer mais com menos. Por isso, solicitamos o empréstimo das salas de aula da escola Doutor José de Grisolia no turno da tarde, o que foi prontamente aceito pela SRE. Precisamos atender a demanda da Educação Infantil e não temos tempo hábil para construir escolas, nem dinheiro para alugar casas”, declarou o secretário.

José Gonçalves explicou que toda a infraestrutura para atender os alunos da Educação Infantil no prédio da escola estadual será fornecida pela Prefeitura, como merenda escolar, professores e auxiliar de serviços gerais, por exemplo. O Município também disponibilizará um laboratório de informática (que será utilizado inclusive pelos alunos do segundo grau), uma sala de recursos para atender alunos com deficiências (auditiva, visual, mental, entre outras) e vigilantes. Este é um custo muito menor para a Prefeitura que o aluguel de várias casas para abrigar instituições de ensino municipais.

Gostaríamos de deixar bem claro que não vai haver fechamento de nenhuma escola. Ela continua pertencendo ao Estado de Minas Gerais e recebendo alunos para o segundo grau. Esta é uma resolução do próprio Governo de Minas. O que estamos propondo é uma parceria entre o Estado e o Município em prol da educação em nossa cidade. Temos convicção de que esta parceria será benéfica para todos”, declarou.

Sobre os alunos que serão encaminhados para lá, José Gonçalves enfatizou: “Quem usufruirá daquele espaço são os alunos da própria região. Muitas crianças que estudarão lá são parentes dos alunos do turno da manhã. Isso é trazer a comunidade para dentro da escola. No entanto, não queremos criar ansiedade na população. Ainda estamos no começo das negociações. As mudanças só ocorrerão após o sinal verde do Estado”.

Boa notícia

Todo o processo para continuar as obras dos Centros Municipais de Educação Infantil nos bairros Gabiroba, Fênix e Boa Esperança já está concluído. Quem garantiu foi o secretário municipal de Educação, José Gonçalves Moreira.

Como em toda mudança de governo, tivemos que fazer o recadastramento junto ao Governo Federal. Uma vez feito esse cadastro, uma senha é enviada ao prefeito para que ele possa acessar o sistema do Ministério da Educação (MEC) para que ele possa solicitar e apresentar a prestação de contas das obras”, explicou.

O secretário informou ainda que a senha solicitada foi recebida pelo prefeito Ronaldo Lage Magalhães na última semana e que as obras serão retomadas nos próximos meses. “Acreditamos que ainda este ano inauguraremos algumas delas”, concluiu.

Itabira terá ações de conscientização no Dia Internacional da Mulher

Este ano, o Dia Internacional da Mulher – 8 de março – será celebrado com palestras sobre a saúde da mulher e ações de combate à violência sexual e doméstica. A Prefeitura de Itabira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em parceria com as secretarias municipais de Educação (SME) e Ação Social (SMAS), Gerência Regional de Saúde (GRS), Conselho Tutelar de Itabira, Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Câmara de Vereadores, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/Itabira), hospitais Nossa Senhora das Dores e Municipal Carlos Chagas, poder judiciário, polícias Civil e Militar, organizou uma comissão – composta por representantes dessas instituições citadas – para divulgar o Serviço de Apoio à Mulher Vítima de Violência Sexual.

O objetivo é que as vítimas tomem atitudes corretas e o mais rápido possível através do número telefônico 180”, explicou Margarida Guerra, funcionária da SMS e membro do Comitê de Enfrentamento à Violência Sexual e Doméstica. Ainda segundo ela, o telefone 180 é um serviço gratuito, oferecido pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres – órgão federal pertencente ao Ministério da Justiça e da Cidadania – que funciona 24 horas por dia e orienta as mulheres a buscarem o apoio necessário, dentro do que existe em sua região e de acordo com as necessidades do caso.

Amanhã, às 8 horas, o comitê se reunirá no Centro Estadual de Atenção Especializada (Ceae) – antigo Viva Vida – na avenida João Pinheiro, nº 791, para participar de um programa de rádio e, às 10 horas, começará a distribuição do material educativo para a população. Este material, segundo Margarida Guerra, estará disponível em todos os Programa de Saúde à Família (PSF), nos hospitais, nas escolas municipais Marina Bragança, Antonina Moreira, José Gomes Vieira, Antônio Camilo Alvim, Didi Andrade e na Prefeitura.

Palestras

Das 10 às 11 horas, a psicóloga Janaína Ávila estará no auditório do Paço Municipal para a palestra “Saúde da Mulher” e, no período da tarde, das 14 às 15 horas, Virgilino Quintão, médico ginecologista, prosseguirá com o tema. O evento é aberto ao público.

Educação inclusiva – Em busca de reestruturação do Cemae, comitiva visita Centro de Referência à Educação Inclusiva em Betim

A Prefeitura de Itabira, por meio de uma comitiva da Secretaria Municipal de Educação (SME), visitou o Centro de Referência e Apoio à Educação Inclusiva (Craei), em Betim. O objetivo foi conhecer o trabalho realizado pela instituição, além de trocar experiências e informações técnicas para reestruturar o Centro Municipal de Apoio Educacional (Cemae) de Itabira.

O Craei foi criado em 1994 para atender alunos deficientes, com transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades, matriculados nas escolas públicas de Betim (cidade considerada pelo Ministério da Educação município pólo da Educação Inclusiva, oferecendo assessoria para 77 cidades de Minas Gerais). Atualmente, 1209 alunos frequentam o local e as 25 Salas de Recursos Multifuncionais. Eles são atendidos por uma equipe multidisciplinar, formada por professores, pedagogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e outros.

De acordo com a superintendente Técnico-Pedagógico da Prefeitura de Itabira, Giovanna Magalhães de Andrade Duarte, quando o Cemae foi criado em 1996, com objetivos similares aos do Craei, possuía sede própria para acolher os alunos. A falta de estrutura adequada para atendimento prejudica o atendimento aos alunos da rede municipal de ensino de Itabira.

Desde sua criação, o Cemae passou por diversas reformulações até que, no final do ano passado, foi fechado. Ao assumir a SME, José Gonçalves nos pediu uma proposta de reestruturação do programa. Assim, conhecemos o Craei, uma entidade respeitada em todo país pelo trabalho realizado na educação inclusiva. Com a visita, percebemos que nossa ideia de reestruturação coincide perfeitamente com o funcionamento do Craei: um prédio criado exclusivamente para atender alunos com alguma necessidade especial. É essa estrutura que queremos para Itabira”, explicou.

Hoje em dia, 200 alunos são atendidos pelo Ceame com os seguintes diagnósticos: Síndrome de Asperger, Deficiência Intelectual, Deficiência Física, Deficiência Auditiva, Autismo Infantil, Deficiência Múltipla, Visão Subnormal, Surdez, Altas Habilidades/ Superdotação e Cegueira. Com a falta de local adequado para trabalhar, os alunos estão sem atendimento especializado.

Como não temos espaço, a equipe técnica (dois especialistas, um terapeuta ocupacional, duas assistentes sociais, quatro fonoaudiólogas e nove psicólogas) está indo para as escolas para auxiliar os professores. Temos que atender essas crianças de maneira adequada e especializada. Por isso, a urgência nessa reestruturação. Planejamos conseguir ainda neste ano. Já estamos em busca de uma casa para o funcionamento do Ceame”, ressaltou Giovanna Duarte.

Em tempo

O Centro Municipal de Apoio Educacional (Cemae) coordena os serviços de Educação Especial na rede municipal de ensino, dando suporte e apoio às escolas no processo de inclusão de alunos com ou sem deficiência, atuando dentro do espaço escolar junto a alunos, familiares e profissionais da educação.

O campo de atuação contempla o acompanhamento ao Atendimento Educacional especializado em salas de recursos multifuncionais do município e o acompanhamento aos serviços de suporte oferecidos aos alunos com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, tais como capacitação e orientação à equipe escolar e professores de apoio.

A equipe atua ainda no favorecimento da Educação Inclusiva para alunos que não apresentam diagnóstico de deficiência, promovendo diversas ações dentro do espaço escolar.

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